Em outras Copas, Grupo I seria considerado ‘da morte’ – 07/06/2026 – Esporte


Nos tempos da Copa do Mundo com até 32 seleções e dois classificados por chave, o Grupo I de 2026 poderia ser considerado um dos mais complicados —e provavelmente seria batizado de Grupo da Morte.

Em uma olhada de relance, a França, finalista das duas últimas edições, aparece como soberana. Mas Senegal, seu rival de estreia, não será exatamente um adversário tranquilo.

No elenco da seleção africana estão Ismaila Sarr, destaque do Crystal Palace, o experiente zagueiro Koulibaly, hoje no Al-Hilal, e o líder Sadio Mané, ex-Liverpool e atualmente no Al-Nassr.

Outro time da chave é a Noruega, sem tradição recente. Mas quem quer pegar pela frente o goleador Haaland, do Manchester City, babando em sua primeira Copa?

Por fim, o Iraque deve ser apenas um coadjuvante —mas acabou de empatar com a Espanha em amistoso preparatório.

Como na Copa de 48 seleções vários grupos terão três classificados, o Grupo I deve salvar os favoritos —se os iraquianos não aprontarem.

Pela França, o professor Didier Deschamps tentará alcançar sua terceira final consecutiva antes de se despedir dos Bleus.

Ausente do Mundial desde 1998, a Noruega chega com o artilheiro das Eliminatórias e uma campanha que deixou para trás a Itália.

O Grupo I também é o de menor milhagem do Mundial. Juntas, as quatro seleções vão percorrer menos de 3.000 km entre os jogos —abaixo da quilometragem que a República Tcheca vai fazer sozinha.



Fonte: Folha UOL

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