O ex-treinador da Coreia do Sul, Hong Myung-bo, que deixou a seleção após a eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, foi ameaçado de morte. Por conta do episódio, a segurança foi reforçada pela polícia local no Aeroporto Internacional de Incheon na madrugada de terça-feira, 30, para a chegada da equipe, segundo o jornal Korea JoongAng.
Neste domingo, 28, uma publicação intitulada “Vou assumir a responsabilidade e matar Hong Myung-bo” foi divulgada em um grupo de discussão online, além de outras ameaças nas redes. Segundo a apuração, a polícia sul-coreana abriu uma investigação para descobrir os autores desta e outras postagens.
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De acordo com o jornal, diversos agentes serão alocados no Aeroporto de Incheon para a chegada da delegação. A Associação de Futebol da Coreia do Sul optou por separar Hong e mais oito jogadores na viagem de volta.
Repercussão da eliminação no país
Após a eliminação na fase de grupos da Copa, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-Myung, criticou a seleção. Em suas redes sociais, o governante criticou a queda precoce no torneio e chamou Hong Myung-bo de “incompetente”.
Além das falas, a população também demonstrou indignação, conforme relembra o ge. O portal destacou que os sul-coreanos espalharam cartazes probindo a entrada do ex-técnico em diversos estabelecimentos no país. A emissora KBS também borrou o rosto de Hong em algumas imagens que circularam na televisão.

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