Palmeiras teve atuação coletiva ruim e voltou a depender de “São” Carlos Miguel para avançar na Libertadores.
Por Eduardo Luiz
21/10/2026, 23h59
Carlos Miguel: dez
Salvou o time. De novo.
Murilo: 5,5
Jogo ok.
Gómez: 7,0
Também não comprometeu. E converteu seu pênalti.
Barboza: 6,0
Ganhou quase todas disputas, principalmente pelo alto.
Giay: 5,5
Seguro defensivamente. No apoio voltou ao normal.
Khellven: 4,0
Entrou mal.
Marlon Freitas: 7,0
No lance do gol poderia ter disputado a bola mais firme. Mas converteu a cobrança derradeira.
Lucas Evangelista: 6,0
Muitos passes para trás. Faltou objetividade.
Andreas Pereira: 5,5
Jogou fora de posição. Não conseguiu ajudar.
Maurício: 7,0
Entrou no fim e converteu sua cobrança.
Piquerez: 7,0
Jogo razoável. Mas também guardou a sua.
Arias: 5,5
Jogou muito isolado. Foi presa fácil aos marcadores do Fluminense.
Paulinho: –
Entrou no fim, sofreu uma entrada dura e se lesionou.
López: 5,5
Mal tecnicamente. Mas o time não conseguiu acioná-lo. Saiu cedo.
Sosa: 7,0
Não conseguiu mudar o panorama do titular, mas converteu seu pênalti.
Abel Ferreira: 5,0
Covarde com sorte. O futebol do Palmeiras nos dois jogos foi muito ruim. Tratou o Fluminense como Barcelona, sendo que na verdade é um dos piores visitantes da Série A (em que pese o jogo ter sido pela Libertadores). De novo contou com Carlos Miguel para evitar a eliminação. Pra final vai precisar mudar tudo, senão vai repetir o filme de 2025.
